Bom conversor para Mac

Estava eu precisando de um conversor para Mac de arquivos de som do formato FLAC para MP3. Pesquisando, achei esse Dragoman.

Bem clean, simples e prático. Além de ter resolvido meu problema com os arquivos de áudio, ainda tive um bônus. Além das músicas, ele tem suporta e converte uma série de tipos de arquivos, como video e até texto.

Vale bem a pena!

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Campanha genial da Topper

Fantásticos esse dois filmes da Topper para divulgar o rugby:

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O dopping de Jobson

Andei pensando cá com meus botões… Essa regra do cara ser impedido de seguir a carreira caso seja reincidente no dopping não funciona para casos como o do Jobson.

Ok, se o cara for pego por anabolizante mais de uma vez tem mais é que terminar a carreira mesmo. Nessas situações fica claro que o atleta é trapaceiro e está mal-intencionado.

Mas e com a cocaína que não lhe dá vantagens quando está no campo? O cara cheira porque está lá na balada e acaba doente, viciado. Se vem um tribunal e decreta o fim da carreira, o que vai acontecer? Vai ferrar com a vida dele mais ainda.

Então, entendo que esse tipo de dopping deveria ser tratado de um jeito diferente.

Seria melhor dar uma suspensão menor, sei lá, dois ou três meses e exames anti-dopping bem mais constantes. O modelo do tênis é bacana para isso. O tenista é obrigado a informar sua agenda para  a ATP que, sabendo onde o atleta está, faz as visitas em dias aleatórios para colher as amostras para exames.

Acho esse modelo meio agressivo e vai contra a privacidade do tenista. Mas me parece funcionar bem para um cara que já foi pego em dois jogos por cocaína.

Desse jeito não se acaba com a carreira do cara que, com certeza, o levaria a ficar mais perto das drogas. E lhe dá essa segunda chance com um olhar mais de perto, talvez o fazendo pensar bastante antes de se drogar.

E, se for pego de novo, aí sim fim de carreira.

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Atacante ou zagueiro?

Está no blog do André Kfouri. Esse é o gol mais perdido que eu vi na minha vida.

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A vez de Romário

Depois de algumas outras figurinhas, hoje quem se filiou ao PSB do Rio e pensa entrar para a política foi Romário.
Na coletiva, confundiu PSB com PSDB. Foi corrigido e se justificou:
“Até hoje de manhã estava em dúvida sobre a filiação”
Caraca, ele ainda nem sabe em qual partido está! Está mais perdido do que o Maradona na seleção argentina!
Disse ainda não saber se vai ser candidato em 2010. Mas, já teno certeza, será um político dedicado e trabalhador…

Depois de algumas outras figurinhas, hoje quem se filiou ao PSB do Rio e pensa entrar para a política foi Romário.

Na coletiva, confundiu PSB com PSDB. Foi corrigido e se justificou:

“Até hoje de manhã estava em dúvida sobre a filiação”

Caraca, ele ainda nem sabe em qual partido está! Está mais perdido do que o Maradona na seleção argentina!

Disse ainda não saber se vai ser candidato em 2010. Mas, já teno certeza, será um político dedicado e trabalhador…

Relembrando

Às vezes paro para comparar as facilidades que temos hoje com como a coisa era uns 10 anos atrás.

Ontem, lendo a Rolling Stone, vi a matéria de uma banda nova que se formou. Colegas de bar, Chad Smith (Chili Peppers), Michael Anthony e Sammy Hagar (ambos ex-Van Halen) resolveram tocar juntos e chamaram Joe Satriani para completar a formação.

Na hora me bateu a curiosidade. Queria saber como era o som do primeiro álbum dos caras.

Usei o bom e velho torrent (poderia ter sido o iTunes também se eu não morasse no Brasil), coloquei no iPod e conheci o trabalho da banda.

Imaginei como seria uns 15 anos atrás. Provavelmente teria que esperar até uma rádio brasileira começar a tocar o primeiro single e então gravar na fita cassete, com aquele som horrível e aquelas malditas vinhetas que eles colocavam em cima do solo.

Se o CD não chegasse ao Brasil e aquele colega trouxesse da viagem de férias, lá eu iria pedir emprestado para, de novo, copiar numa cassete. E, ainda por cima, talvez tivesse que deixar alguma música de fora. Oras, na fitinha eram dois lados de 30 minutos só!

Hoje é muito mais prático, mas antigamente também era legal! Pegar um CD novinho logo depois do lançamento, abrir um encarte… Isso é uma coisa bacana que tento continuar fazendo. Menos, mas tento!

Ah, e o que eu achei da banda? Que, por sinal, se chama Chickenfoot? Não me agradou, assim como Satriani não agrada….

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Projetos e mais projetos

Eu tinha uma impressão de que a moda do jogador de futebol de hoje é falar do tal “projeto”. Fiz algumas buscas rápidas e confirmei:

- Ricardinho, meia, ao ser contratado pelo Atlético-MG:
“O que motivou a minha vinda para o Galo foi o projeto”

- Robinho, atacante, ao ser contratado pelo Manchester City:
“Sei que o Manchester City é um grande clube, possui um grande time já e este é um excitante projeto”

- Gustavo Nery, ao ser contratado pelo Santo André:
“O projeto do clube foi algo que me motivou para vir defender o Santo André”

- Luiz Felipe Scolari, ao chegar no Uzbequistão:
“O projeto é muito interessante. Farei todos os esforços para o desenvolvimento do futebol no país”

Coisa chata! Tudo igual! Isso porque eu resolvi nem pegar as frases do Luxa…

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Brüno? Poderia ser melhor

bruno

Eis que resolvi assistir a Brüno (sim, na Áustria ainda existe trema!), o novo filme de Sacha Baron Cohen dedicado a outro personagem do ator, um repórter gay austríaco.

A proposta é a mesma de Borat: ser formado cenas previamente planejadas e ensaiados com pegadinhas “reais”, em que os participantes não têm a mínima ideia de conversar com um personagem. Por causa disso, assim como o filme anterior, Brüno também tem colecionado alguns processos.

O filme tem algumas sacadas muito boas mas, comparado a Borat, fica bem para trás. No antigo Da Ali G Show as participações do Brüno eram focadas em mostrar as futilidades do mundo da moda, aqueles estilistas esquisitos e modelos magricelas. Isso era bacana!

Mas foi mal aproveitado no filme, aparece muito pouco, basicamente no início. Daí pra frente eles batem bastante em piadas envolvendo gays, a coisa fica cansativa. Exceção feita à parte no Oriente Médio, não sei como não mataram o cara lá.

Por ser na mesma fórmula, é difícil não comparar Brüno a Borat. O primeiro foi muito melhor, bem estruturado, com piadas melhores e um personagem mais bacana.

Honestamente? Não aconselho assistir Brüno no cinema, vale mais a pena esperar o DVD ou apelar pra torrents da vida…

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Vinte e oito motivos para odiar futebol

Genial! Mais um texto do Blog do Torero:

Por José Roberto Torero

Estava chegando ao estádio e vi Marcio, com má cara, pagando dez reais para o guardador de carros. Teté, por sua vez, tirava o cocô de um cavalo da polícia de seu sapato. Na bilheteria, notei David reclamando de um daqueles garotos que ficam pedindo dinheiro para comprar ingresso. À sua frente, Eduardo, vermelho de raiva, brigava com um bilheteiro que lhe dizia que a meia entrada já havia acabado.

Depois, na fila para entrar, ouvi Luís Antonio dizendo que a coisa que mais odeia nos jogos de futebol são as filas: a fila para o estacionamento, a fila para comprar o ingresso, a fila para entrar no estádio, a fila para ir ao banheiro, a fila da lanchonete, a fila para ir embora do estádio e o “fila” da puta do juiz que sempre rouba o time dele.

Um pouco antes da catraca topei com Cleberson, que estava na posição de Cristo, com um PM a apalpá-lo. Dava para ouvi-lo pensar: “Por que não colocam belas garotas para fazer este trabalho?”

Lá dentro passei por Ivan, que tampava os ouvidos para não escutar o axé tocado pela torcida organizada, por Thiago, que cobria as orelhas para não ouvir os gritos histéricos de uma torcedora, e por Cássio, que colocou seu walk-man para abafar as buzinas de caminhões trazidas por alguns torcedores. Já o Paulo César reclamava de outro som: “Para que tocar o hino se ninguém presta atenção?”

Leonardo olhava para os céus pedindo paciência cada vez que um puxador de torcida organizada gritava: “Vamos cantaaaar! A Geral tá calaaaada!”. Já Ronaldo implicava com um cara que tentava aparecer na tevê levantando um cartaz à sua frente.

O jogo estava tenso e por conta disso alguém fumava perto de Maria Augusta, que, apenas metaforicamente, soltava fogo pelas ventas. Sérgio sofria ainda mais, porque perto dele alguém tragava um cigarro de maconha e ele já se via explicando para a mulher que aquele cheiro não era o que ela estava pensando.

Quando saiu o gol, Wender sentiu um certo nojo ao ser abraçado por um monte de marmanjos barbados e suados. Ruy teve que agüentar um bêbado vibrando em sua orelha enquanto Harald xingava  uma bandeira aberta pela torcida que lhe cobria toda a comemoração do gol.

Falando em atrapalhar a visão, reparei que Luís olhava com ódio para uma grua da Globo bem à sua frente e Samuel não conseguia tirar os olhos de uma boazuda. “Só pode trazer mulher bonita em jogo ruim”, dizia ele entre os dentes.

No intervalo, Marcos ficou os quinze minutos na fila do banheiro para um splash and go. Rogério, por sua vez, explicava às duas filhas que elas não podiam tomar refrigerante porque não dava para levá-las ao banheiro.

Na segundo tempo, Luciano irritou-se com a torcida vaiando seu próprio time. Rômulo, como tantos outros, teve vontade de esganar um cara ao seu lado que a todo ataque gritava “Gol!”. E Roberto estava fulo da vida com um torcedor-comentarista que pensava ter decifrado todos os mistérios sobre os jogadores e o jogo.

Como um ímã, a cabeça de Adelson recebeu mais um copinho. Para não ficar ainda com mais raiva, ele preferiu acreditar que se tratava de cerveja. Já João sentia-se desapontado: comprou um daqueles canudinhos doces e mais uma vez descobriu que só havia recheio nas pontas.

Dennis, que estava sentado, dava bronca em quem ficava de pé. André, que estava em pé, dava bronca nos torcedores que ficavam sentados.
E, finalmente, quando o jogo acabou, Ângelo teve ódio do congestionamento que pegou na volta para casa.

Vi essas vinte e oito pessoas sentindo raiva de ver uma partida no estádio.

E tenho certeza que as verei no próximo jogo.

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Enfim, Twin Peaks

twin_peaks

Eis que, depois de muito tempo e muitas sugestões, resolvi assistir Twin Peaks. A série veio da cabeça maluca de David Lynch e teve 30 episódios produzidos entre 1990 e 1991.

A cidade fictícia que dá nome para a série é uma daquelas no fim do mundo do interior dos Estados Unidos, quase fronteira com o Canadá, onde nada nunca acontece.

Tudo começa quando o corpo de Laura Palmer é encontrado à beira do rio. A garota é ao mesmo tempo perturbada e popular. Então, começam as investigações lideradas por Dale Cooper, um agente do FBI, e pelo xerife local.

Do primeiro episódio da temporada de estreia (que teve 8 no total) até o nono da segunda a trama central é focada em quem matou Laura Palmer. Uma sequência fantástica! Cada vez que a investigação entra mais a fundo, descobre-se mais sujeira na população, teoricamente, pacata e interiorana.

Porém, essa trama é resolvida. Daí começam 10 episódios completamente perdidos, sem razão de existir e com histórias sem nexo e conexão com o restante.

(Tanto que a Globo, na época, parou de exibir a série a partir daí)

De fato, é uma brochada. Mas vale a pena ir até o final. Apesar da enrolação toda, Twin Peaks termina de uma maneira fantástica!

Se você acha que Lost exagera nas coisas malucas e aparentemente sem sentido, precisa ver o que acontece em Twin Peaks. E, por último mas não menos importante, esse David Lynch é completamente louco…

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