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Posts da categoria ‘esporte’

Campanha genial da Topper

Fantásticos esse dois filmes da Topper para divulgar o rugby:

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Redenção

Hélio Castroneves vence em Indy pela 3ª vez

Como eu havia escrito aqui um tempinho atrás, Hélio Castroneves passou por grandes apuros com a Justiça estadounidense. Tanto que a imensa maioria da imprensa esperava uma condenação.

E, no final das contas, o cara se salvou de alguns anos na cadeia e voltou a pilotar no fim-de-semana seguinte do julgamento.

Já nesse domingo, veio a redenção. Venceu pela terceira vez as 500 milhas de Indianápolis. E foi pacote completo, com melhores tempos e pole position.

Uma baita recuperação! Parabéns ao Helinho!

* Acho esse negócio de correr em oval chato pra caramba, sem falar que sempre tem cara se quebrando. Mas reconheço que ganhar uma prova tradicional dessas depois de um julgamento não é para qualquer um.

** Foto tirada do Blog do Fábio Seixas

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30 de Abril

Coluna de Flávio Gomes sobre o dia 30 de Abril de 1994, publicada no Lance!:

A batida foi forte e assustadora. O socorro, nessas horas, parece demorar mais do que deveria. O tempo que se leva para tirar o piloto do cockpit é interminável. O corpo estendido no chão e os paramédicos fazendo massagem cardíaca eram imagens a que nós, os jornalistas mais novos naquele mundo, não estávamos acostumados. Afinal, a última morte num fim de semana de corrida havia acontecido 12 anos antes, no Canadá. E a última de um piloto de F-1 pouca gente viu, em 1986, em testes privados na França. Mas o corpo estava estendido no chão, e a realidade daquele esporte despencava sobre nós sem tempo para grandes reflexões enquanto os paramédicos tentavam salvar aquela vida.

Corri para o pequeno hospital do autódromo, ao pé dos boxes, na entrada do paddock. Ligaram os motores do helicóptero. O corpo saiu apressado numa maca, com um tubo de soro pendurado no vazio, isso eu notei, não havia nada conectado àquele corpo pálido, e os médicos continuavam batendo em seu peito, até que entrou no helicóptero e decolou contra o céu azul daquela tarde de primavera no norte da Itália. Poucas horas depois chegava a informação de que aquele piloto de 33 anos estava morto.

A F-1 era seu sonho, depois de passar pela F-Ford, pela F-3000, por Le Mans, pelo Japão. Tinha um contrato de cinco corridas com uma equipe nanica, a Simtek. Nem se classificou no Brasil, mas conseguiu largar em Aida, chegou em 11º, era a felicidade em pessoa, embora fosse tímido e desconhecido. Bateu a 314,9 km/h na curva Villeneuve, depois de perder a asa dianteira de seu carro. Não teve a menor chance.

Seu nome era Roland Ratzenberger. Hoje, dia 30 de abril, faz exatamente 15 anos de sua morte. A foto acima foi tirada no fim daquela tarde. Uma das cinco que bati naquele fim de semana, num tempo em que não havia máquinas digitais ou celulares cheios de megapixels. A Simtek ocupava o último box, ao lado do centro médico.

O mecânico, fora do mundo, lavava as rodas dos carros da equipe como se nada tivesse acontecido, como se tudo não passasse de um pesadelo. A autópsia aconteceu na segunda-feira no Instituto Médico Legal de Bolonha. O legista que comandou os trabalhos, pouco depois, deu uma aula de ética médica aos seus residentes naquele mesmo prédio cinzento e sinistro. Com certa indignação pelo movimento que observava pelas janelas, ensinou aos seus alunos que não existiam categorias de morte, morte classe A e morte classe B.

Dois corpos foram autopsiados naquele dia. Uma de suas residentes, quando foram fechados os caixões, colocou uma rosa na mão do mais conhecido. E duas na mão daquele rapaz que parecia esquecido pelo mundo. O mais famoso, soube-se depois, carregava uma bandeira da Áustria dobrada no bolso do macacão no dia seguinte, quando morreu de forma semelhante. Não queria que esquecessem aquilo que tinha acontecido no sábado. A bandeira no bolso do macacão foi o último dos exemplos que deixou.

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Temos muito o que aprender

all_star_nba_2009

Depois de passadas algumas semanas do Super Bowl, aconteceu outro grande evento esportivo estadounidense: O NBA All Star Weekend.

Porém, com uma diferença enorme em relação à partida entre Cardinals e Steelers. Dessa vez foi apenas festa, não uma final de campeonato nacional.

Adoro basquete, mas sou fã maior ainda da NBA. Ginásios lotados, torcida gritando, os melhores jogadores do mundo, rivalidades… enfim, tenho muitos motivos para gostar e acompanhar.

Como escrevi, é legal ver os detalhes e a organização de eventos esportivos desse tipo. Brasileiro tem muito a aprender (vide a confusão do jogo desse domingo no Morumbi).

Não que o All Star Weekend seja perfeito. Pelo contrário. Acho aquele jogo de celebridades uma porcaria e o torneio de enterradas também já perdeu a graça, os figurões (Kobe, Lebron, Iverson, etc) não participam e não há coisas novas.

A lição mais importante a ser copiada pelos brasileiros é o respeito pelos antigos ídolos. O jogo de celebridades é uma porcaria? É! Mas eles colocam como técnicos dos dois times Magic Johnson e Dr. J (Julius Erving), duas das maiores lendas da liga.

O júri do concurso de enterradas sempre é composto por ex-jodadores. Nesse ano, todos haviam atuado pelo Phoenix Suns, sede do evento. Em anos anteriores Michael Jordan chegou a ser jurado.

Há a disputa de trios, formados por um jogador do elenco atual, uma jogadora da WNBA e um ex-atleta de cada equipe.

Utilizam-se de inúmeras maneiras de valorizar o cara aposentado, de mostrar como ele foi importante para a liga ter se tornado o que é hoje. Totalmente ao contrário de como são tratatos os ex-atletas brasileiros de todos os esportes.

Exemplo maior, e recente disso, é a seleção brasileira campeã mundial de basquete pela primeira vez em 1959. Completou-se 50 anos da conquista em 2009 e os jogadores ainda vivos não receberam nenhuma homenagem da CBB (Confedereção Brasileira de Basquete). Somente a imprensa fez seu papel e homenageou a proeza desses caras.

Sei que muita coisa feita lá não se aplica à nossa realidade (sócio-econômica, cultural, etc), mas muitos conceitos podem ser adaptados. Precisamos vender bem nossos campeonatos.

Não é muito difícil… Um site bem feito, merchandising, uma loja on line vendendo material oficial dos clubes e do campeonato, filmes de 30 segundos produzidos por uma agência legal, um slogan…

Falando em slogan, o da NBA é fantástico! Acho animal o Where Amazing Happens!

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O intervalo

Estou assistindo ao Super Bowl nesse momento, é o primeiro jogo de futebol americano que vejo na minha vida inteira… Entendo tanto desse esporte quanto sei sobre cardiologia.

Falar dos valores da publicidade e da audiência é chover no molhado.

Mas, tanto no Super Bowl como em um All Star Weekend da NBA, é legal ver como os estadounidenses trabalham nesse tipo de evento. A tal da produção, do profissionalismo.

No intervalo, o palco montado para o show de Bruce Springsten ficou pronto em 8 minutos. E, ao mesmo tempo, a organização liberou a entrada do público no gramado. Em poucos instantes estavam lá: banda, palco e platéia.

E, minutos depois, tude desmontado, começava o segundo tempo. Os caras fazem isso como ninguém!

(Pretendo assistir a mais alguns jogos para ver se pego gosto)

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Grande Guga

Na home do Globoesporte.com sempre tem uns vídeos antigos que fazem aniversário no dia atual. Muitas vezes pinta algo bem legal.

E hoje vi uma matéria de 5/dez/2000, quando o Guga ganhou a Masters Cup em 2000. O campeontato reune os 8 melhores tenistas do ano. Enfim, um torneio super importante em que ele ganhou de 3×0 do Agassi na final.

Muito legal poder rever isso. As entrevistas, o discurso pós-jogo, a quebra de protocolo para beijar a mãe…

O Guga foi um grande tenista e é um grande cara! Pena que as contusões o atrapalharam.

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Saber perder

Felipe Massa diz ao final do GP do Brasil de Fórmula 1:

- Não foi velório. Foi festa. Quando vimos que Hamilton subiu para quinto, continuei a comemoração pela vitória em casa. Não teve velório nenhum. Por isso veio a emoção. Tenho certeza que saio como vitorioso.

Apesar do baque por ter perdido o título a 3 curvas do fim, Massa foi ótimo na coletiva pós-corrida organizada pela FIA. Achei surpreende (e madura) a postura do brasileiro, muito consciente da ótima temporada de 2008.

Não fez nenhuma reclamação sobre os erros da equipe, não colocou a culpa no azar e nem questionou a conduta de Glock, piloto que acabou sendo chave na disputa pelo título. Apenas deu os parabéns a Hamilton e disse ter ficado feliz por ganhar em casa pela segunda vez.

É isso aí Massa! Parabéns pelo vice e no ano que vem tem mais!

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Do futebol para a luta livre

E Rebeca Gusmão tem um plano B caso seja banida do esporte e, entenda-se esporte como tudo, não só natação mas também futebol, judô, vôlei, tênis de mesa, etc.

michel_serdanSe, de fato, for impedida pelos tribunais de jogar futebol, Rebeca já recebeu o convite de Michel Serdan (pai do cara da Mancha) para se juntar à sua academia de luta livre. O ex-lutador argumenta que o físico de Rebeca se encaixaria muito bem na modalidade.

Como o teatro que eles participam não é considerado um esporte, a garota poderia atuar livremente, mesmo sendo banida pelo CAS (Corte Arbitral do Esporte).

Se seria curioso ver Rebeca batendo uma bola, seria mais ainda vê-la no ringue com aquelas roupas engraçadas fingindo que luta!

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Isso pode?

Lembra da Rebeca Gusmão? Aquela nadadora que parecia um homem? Aquela que foi banida do esporte? Então, agora ela quer jogar futebol! A ex-nadadora tem jogado em Brasília e foi contratada pelo time da cidade, o Ascoop, para jogar a tal da Liga Brasileira.

O legal é que o tal campeonato começa no dia 4 de dezembro e termina no dia 19 do mesmo mês de dezembro! Vai ser emocionante!

Aí eu me pergunto… Um esportista que foi banido de um esporte pode começar a jogar outro? Então um jogador de futebol poderia ser banido e depois voltar no futsal? Ou ir do vôlei de quadra para a praia?

Aí minha pergunta é respondida pelo Dr. Eduardo de Rose, da ODEP (Organização Desportiva Pan-Americana):

– Você não é banida da modalidade, mas sim do esporte. Se você não está excluído e quiser mudar, tudo bem. Mas a partir do momento que a Fina bane, a Agência Mundial Antidoping (Wada) não permite que a pessoa mude de esporte. Isso é contra o código mundial antidopagem – explicou o médico.

Mas seria curioso ver uma ex-nadadora bater uma bola…

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