
Assisti ao novo, e ótimo, filme de Woody Allen: Vicky Cristina Barcelona. Aliás, meu conhecimento sobre a obra de tal diretor é praticamente zero.
A história é sobre de duas amigas com personalidades opostas que vão à Barcelona passar o verão. Vicky tem uma vida planejada, trabalha na sua tese de mestrado e tem um noivo a esperando para o casamento logo após as férias na Europa. Já Cristina não sabe nada do futuro e tem como maior realização um filme de 12 minutos em que assina o roteiro, dirige e atua.
Então, em um evento com artistas da cidade, conhecem um pintor catalão que vira o pivô da história. Esse, por sua vez, teve um casamento conturbado e terminado após a ex-esposa ter desferido-lhe uma facada.
Um excelente filme, em um ótimo cenário e com uma personagem fantástica interpretada pela Penélope Cruz. E, de bônus, há uma pequena aparição de À Sombra de uma Dúvida (Shadow of a Doubt) de Alfred Hitchcock.
Um dos melhores assistidos por mim nesse ano! Recomendo!

Assisti a Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada, originalmente chamado de Dan in Real Life, ou seja, mais uma tradução esquisita. Esse filme demorou para estrear por aqui, esteve em cartaz nos Estados Unidos quase 1 ano atrás.
Por ser um filme com Steve Carell (de Pequena Miss Sunshine, Um virgem de 40 Anos, Agente 86 e do excelente seriado The Office) já há um bom motivo para ser assistido.
O principal personagem, Dan, é aquele pai viúvo cheio de problemas na convivência de suas três filhas e toda a história acontece na casa de seus pais, no interior, durante aquele típico encontro de família. Como o título traduzido já entrega, a peça central do filme é o envolvimento de Dan com a namorada de seu irmão.
Apesar do clichê do pai viúvo, há diversas cenas engraçadas de Carell com as três meninas. O cara é especialista nesse tipo de comédia (aliás, o IMDb classifica como Comédia / Drama / Romance) e tem uma atuação ótima!
Me diverti e recomendo!
P.S.: Agora vou assistir à minha última aquisição em DVD: Festim Diabólico (Rope) de Alfred Hitchcock que, para variar é mais uma tradução maluca. Depois escrevo aqui o que achei.
Fui hoje assistir ao novo filme da velha dupla Pacino e de Niro.
Minha primeira observação é em relação à tradução do título, como Righteous Kill vira Duas Faces da Lei? Mas, enfim, essa não é a primeira tradução sem pé nem cabeça e também não será a última…
Os dois atores de O Poderoso Chefão são policiais para lá de experientes e estão encarregados de prender um serial killer. Além dos dois nomes de peso, o roteiro é bom, mas deixa a história confusa em alguns momentos do filme. O resultado é algo sem sal que eu provavelmente esquecerei em poucas semanas.
A minha percepção foi de ter visto mais um daqueles casos em que o elenco é (ou foi um dia) maior do que todo o restante do filme, então fica aquele troço insosso.
E, além de tudo, fica cada vez mais claro que Al Pacino e Robert de Niro poderiam escolher melhor os projetos para participar ou então ir pescar, descansar, viajar…
Filme nota 6: melhor esperar o DVD ou fazer uso do bom e velho Torrent.